Clipping

Clipping pessoal de entrevistas e citações na mídia relacionadas ao campo da pesquisa.

Yahoo Noticias – Big Data, marketing, manifestoches e militontos – 03/09/2018

A gente está indo para uma realidade bem esquisita.

A frase é do pesquisador do Laboratório em Rede de Humanidades Digitais do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT),  João Carlos Caribé, 54, e resume bem as potenciais aplicações do Big Data na vida das pessoas.  O termo se refere basicamente ao imenso volume de dados gerados pelas pessoas nos últimos anos. Qualquer rastro digital deixado em alguma interação no Facebook e no Twitter. Ou cada vez que você usa o aplicativo do banco, de transporte. Cada foto publicada no Instagram. Tudo é dado. Tudo é Big Data.

Agência Brasil – Tecnologias de Reconhecimento Facial se Popularizam e Levantam o Debate – 21/07/2018

Replicada em Isto é em 21/07/2018

Na avaliação do pesquisador do Laboratório de Humanidades Digitais do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, João Carlos Caribé, o tema é complexo, pois por trás de possíveis benefícios há riscos da adoção desse tipo de recurso.

“Pode ser ótimo para segurança pública na busca por pessoas desaparecidas e criminosos foragidos, ou ainda para a identificação de criminosos em flagrante ilícito, mas é preciso transparência e prestação de contas neste processo, para não se tornar uma ferramenta de controle e perseguição”, alertou.

Agência Brasil – Facebook veiculará programas jornalísticos em serviço de vídeo – 09/06/2018

Na avaliação do pesquisador do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Rio de Janeiro João Carlos Caribé, a iniciativa dará mais poder à plataforma, que já tem mais de 2 bilhões de usuários, e pode ter efeitos importantes sobre o debate público.

“O Facebook faz um movimento de trazer para dentro de si cada vez mais tipos de serviços, agora a produção noticiosa. Como a companhia tem acesso a dados dos usuários, isso pode ser usado para a elaboração de notícias e personalizar os conteúdos, o que pode estimular as chamadas bolhas ideológicas”, disse.